Essa é uma transposição de gênero, do conto de Lima Barreto chamdo Lívia, virou uma poesia chamada Uma Pessoa Sonhadora.
Todos os dias quando acorda,
tira a meia do pé,
vai para a cozinha
preparar o café.
Na sala de estar
estava sua familia,
quando olhou para lá
não viu a sua filha.
Quando o café acabou,
seu cunhado não queria perder o trem,
pediu o guarda-sol
e disse:
-Não demore, hein!
Lívia estava sonhando,
depois que acordou
viu que estava trabalhando.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Menino do Engenho de José Lins do Rego
É a história de uma criança chamada Carlos, ele era órfão, sem ter seu pai e sua mãe, que aos oito anos de idade vai morar com o seu avô, o homem que mais tinha território naquela região do Nordeste brasileiro. Carlos não foi cuidado como deveria ter sido, não existia aquela ditadura familiar, como dizemos hoje, seua avós eram liberais, então ele não batalhou para ter experiência de vida, pois seu avô era rica e lhe dava tudo que queria. Ele (Carlos) fazia coisas que não se pudia fazer. Como seu avô não orientava-o como devia ser, ele ficou viciado aos doze anos. Carlos era muito mimado, tudo tinha que ser como ele queria. Ele tinha muito problemas íntimos. Então, para explicar o título do texto é o seguinte: Carlos vê o seu avô como um Deus que o pegou para criar, mais não acabou criando como deveria. O Engenho era como se fosse um império governado por seu avô. E Carlos se considerava o "Filho do Coronel", o servos tinham que o respeitar e fazer tudo o que ele bem entender. Tem uma parte do livro que o autor José Lins do Rego retrata a vida dos escravos, senzala e o sofrimento dele no tronco e na chibata.
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